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  Entre os bens pessoais que os fundadores doaram à Fundação, conta-se um grande número de obras de arte, com que se iniciou a colecção do Museu, e que desde então fazem parte do seu acervo, onde se destaca o tríptico “A Vida” de António Carneiro, obra-prima da pintura simbolista portuguesa.

Seguindo as pisadas do Fundador, o Presidente seguinte, seu genro, Eng.º João Carlos Sobral Meireles, doou, também, 123 obras ao Museu, com especial ênfase para autores ligados ao Surrealismo português, tais como Carlos Calvet, Carlos Eurico da Costa, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Júlio, Manuel D’Assumpção, Mário Botas, Mário Cesariny, Mário Henrique Leiria, Pedro Oom, Risques Pereira entre outros.
O Museu conta no seu acervo, datado maioritariamente do século XX, com uma importante colecção de objectos de arte, composta essencialmente por artistas surrealistas, mais especificamente do Surrealismo português, e é proveniente de doações e aquisições, de que se destacam as colecções de Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny e Eurico Gonçalves e Fernando Lemos.

Situa-se ao longo da torre, desde o 2.º andar até ao 6.º e está disposto em espiral para aproveitamento de espaços e fácil subida.
Em 1994, foi reaberto ao público com a exposição Surrealismo (e não), integrando parte das obras oferecidas pelo Eng.º João Carlos Sobral Meireles (29 de Julho de 1916 – 25 de Novembro de 1991). Desde então, tem vindo a apresentar sistematicamente a sua exposição permanente e exposições temporárias.
A 8 de Maio de 2003 aderiu à Rede Portuguesa de Museus.

Estende-se no tempo, perseguindo momentos do Surrealismo – Movimento Artístico Internacional que teve incidência concreta na arte portuguesa, na qual foi marcante, senão decisivo, no século XX.
É também delimitada pelos contornos quer do Movimento quer do que decorre de se dedicar aos artistas portugueses. Define fronteiras temáticas e históricas precisas.
A delimitação da colecção, embora aberta, no plano histórico, atende a percursos individuais e a progressões históricas antecedentes e consequentes. O acervo do Museu assume hoje uma identidade própria, importante para o concelho e para o país.