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  A função educativa dos Museus é pela primeira vez consignada num diploma legislativo, na Lei-Quadro dos Museus, de 8 de Julho de 2004: "(…) respeito pela diversidade cultural, tendo em vista a educação permanente, a participação da comunidade, o aumento e a diversificação dos públicos."

Hoje, os Museus são centros de aprendizagem informal e de educação permanente. Nesse sentido, devem, desenvolver actividades educativas para todos os tipos de públicos.
Nesta primeira fase, será efectuado um esforço/reforço da relação do Museu com a comunidade local, quase exclusivamente centrada nos públicos escolares, através do lançamento de propostas inovadoras e dinâmicas:
. acções de carácter informativo – organização de documentação e divulgação de iniciativas;
. acções de carácter sensibilizador – exposições;
. acções de carácter formativo – ateliês, acompanhamento de estágios.

Visitas orientadas

Proporcionam o enquadramento e a contextualização das exposições patentes no Museu. Permitem simultaneamente a reflexão sobre a produção artística moderna e contemporânea. Destinam-se, preferencialmente, a alunos de todos os graus de ensino (do pré-escolar ao universitário) e requerem marcação prévia.
Horário: de 2.ª a 6.ª feira, das 10.00h às 12.00h e das 14.00h às 17.30h.

Oficinas sazonais e temáticas
Oficinas de ocupação dos tempos livres, durante as férias escolares, dirigidas aos públicos infantil e juvenil. Através de um conjunto de actividades pedagógicas de carácter lúdico, pretende-se proporcionar o contacto com a arte, estimular a criatividade, e desenvolver o sentido estético e a capacidade de expressão (experimentando a diversidade de suportes, materiais e técnicas) e comunicação em abordagens que revelam novos olhares.

Programas para as escolas
Oficinas de expressão plástica, em que as crianças e os jovens experimentam criativamente uma técnica ou temática plástica decorrente da exposição que visitaram. Surgem como exploração lúdico-pedagógica da exposições temporária ou permanente e estão sujeitas a marcação prévia. Através do contacto com diferentes materiais e técnicas, pretende-se estimular novos olhares e experiências em torno da arte. O Museu procura comemorar os conteúdos sagrados e profanos dos dias comemorativos, enquanto manifestações integrantes da vida cultural, com a realização de programas de índole cultural diversa destinados ao público mais jovem. Alguns exemplos: 18 de Maio – Dia Internacional dos Museus; 1 de Junho – Dia Mundial da Criança; 1 de Outubro – Dia Mundial da Música.

Estágios
Acompanhamento de estágios, em parceria com instituições do ensino profissional e superior, permitindo manter uma atitude crítica, de reflexão e inovação pedagógica e educativa. Disponibiliza todo o apoio e acompanhamento dos aspectos teórico-práticos no campo da animação sócio-cultural, museologia, gestão do património e áreas afins.

Colaboração com as escolas
O prolongamento da escola para o exterior é hoje imperativo. No sentido de que para o Museu da Fundação Cupertino de Miranda é uma obrigação cívica alargar e diversificar os seus públicos, aposta em diversas formas de cooperação entre as escolas e o próprio Museu. Este tipo de colaboração contribui para:
. uma melhor definição e mais eficaz concretização da função social do Museu;
. reforço de um sentido comum de aprendizagem, reforçando/alargando as estruturas pessoais do conhecimento. Por solicitação, os colaboradores do Museu deslocam-se a escolas e associações para participar em debates ou apresentar comunicações sobre a defesa do património, animação da comunidade escolar, etc.

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