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Desde a sua instituição, a Fundação tem assumido uma intervenção no campo social
pelo apoio prestado a instituições sem fins lucrativos e de acentuadas carências
económicas e financeiras.
Apoiou a constituição e construção da Creche Jardim Infantil D. Elzira Cupertino
de Miranda (Louro, Vila Nova de Famalicão), a edificação da Comunidade Terapêutica
do Projecto Homem, inaugurada a 20 de Outubro de 2001 (Falperra, Braga) e a implantação
do Centro-Dia Acolhimento do Projecto Homem (Vila Nova de Famalicão).
Mantém, desde há muitos anos, apoios permanentes como é o caso da Creche-Mãe e Patronato
da Sagrada Família, A Casa do Caminho, Confraria de S. Vicente de Paulo, entre outros.
Atenta aos problemas do País, a Fundação Cupertino de MIranda deliberou orientar
a sua actividade para um domínio que tem vindo a estar na primeira linha das grandes
preocupações da solidariedade actual: a luta contra a toxicodependência.
Projecto de Luta contra a Toxicodependência
A Fundação tem vindo a centrar a sua acção na recuperação de toxicodependentes,
através de instituições credíveis, sem fins lucrativos, onde se destaca o Projecto
Homem – Programa Terapêutico de Reabilitação e Reinserção Social de
Toxicodependentes. O programa do Projecto Homem estrutura-se em três fases distintas
– Centro de Dia-Acolhimento (4 a 6 meses), Comunidade terapêutica (6 a 10 meses)
e Reinserção Social (6 a 9 meses), com a finalidade única de permitir aos jovens,
que a ele aderem, adquirirem um alto grau de autonomia pessoal e um nível elevado
de responsabilidade e de capacidade de decisão baseada na libertação da dependência.
O Projecto Homem nasceu em Itália em 1979, inspirado na metodologia do Daytop Village,
nos Estados Unidos da América, onde surgiu a primeira comunidade terapêutica baseada
nos princípios da auto-ajuda. Hoje está largamente experimentado em vários países,
principalmente Itália e Espanha, com resultados muito positivos e percentagens de
recuperação que causam a admiração de quantos estão envolvidos nas questões da toxicodependência.
Em Portugal, o primeiro centro nasceu em Braga (1991), sob a égide da Arquidiocese
e foi denominado Centro de Solidariedade de Braga. Existem em funcionamento no nosso
país mais três centros, Almada (1993), Abrantes (1997) e Vila Real (1998).
Em Maio de 1997, a Fundação Cupertino de Miranda lançou uma campanha nacional de
angariação de fundos a reverter na íntegra para este projecto tendo, para isso,
contado com a colaboração de duas entidades – o Banco Português do Atlântico e a
Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Colabore connosco ajudando a salvar vidas!
Agradecemos a sua contribuição através de um depósito em quaisquer das contas abaixo
referidas e já abertas para esse fim. Poderá também enviar o seu donativo, pelo
correio, para Fundação Cupertino de Miranda, Apartado 71, 4764-968 Vila Nova de
Famalicão.
A gestão dos valores recolhidos é da responsabilidade da Fundação Cupertino de Miranda
que se compromete, periodicamente, através dos Órgãos de Comunicação Social, a prestar
informação detalhada sobre os fundos obtidos, acções desenvolvidas e resultados
alcançados.
Quero contribuir para a campanha da Fundação Cupertino de Miranda de angariação
de fundos para o apoio aos toxicodependentes:
O meu donativo é de:
€
Mensalmente
Trimestralmente
Semestralmente
Anualmente
Entrega única
Até ordem expressa em contrário, pedimos que promovam o débito da minha conta n.º
, no Balcão n.º
do Banco
, por transferência para a conta em nome da Fundação Cupertino de Miranda
“Apoio à Toxicodependência”:
BPA – n.º 200/18069407 (NIB 001702000001806940776)
CGD – n.º 0882/067622/130 (NIB 003508820006762213080)
no Banco
, em
Nota: Agradeço que me enviem a declaração anual, para efeito de abatimento do Imposto
sobre o Rendimento (IRS/IRC), de acordo com a legislação em vigor. Para esse efeito,
passo a indicar o respectivo n.º de contribuinte
.
Em 2001, inaugurou-se em Vila Nova de Famalicão o Centro de Acolhimento do Bairral,
contando com o apoio da Fundação Cupertino de Miranda e da Câmara Municipal de Vila
Nova de Famalicão.
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